Faleiro Food Service

Faleiro Food Service

Faleiro Food Service

Inovação e qualidade em seus produtos consolida a marca que é

destaque no mercado

fachada aerea

 

 

Empresa familiar fundada há 63 anos, inicialmente como bufet, transformou-se anos depois em indústria de alimentos congelados, ganhando novo impulso a partir de 2011, com o foco na diversificação e na segurança e qualidade de seus produtos.

 

João Antônio dos Santos

A frase que afirma  que a base da sustentabilidade de uma empresa de alimentos é a segurança e qualidade de seus produtos comprova-se na trajetória da Faleiro Food Service, nos últimos cinco anos. A empresa, sediada em Belo Horizonte-MG, fez seu faturamento crescer mais de dez vezes no período de 2011 a 2016, com a produção de salgados, pratos prontos e sobremesas congelados. Esse sucesso, seu diretor presidente, Antônio Faleiro Neto, atribui principalmente à implantação do sistema de Gestão da Qualidade e Segurança de dos Alimentos (GQSA) e à diversificação e inovação em produtos.

Em 2011, a produção diária era de 15 mil salgados. Em 2016, esse número bateu nos 100 mil salgados por dia, acrescentando-se ainda 4 mil refeições e mais 5 mil sobremesas variadas, informa o executivo.

Formado em Administração de Empresas e já com experiência na firma da família, desde a sua adolescência, Faleiro Neto assumiu a direção da empresa em 2011, quando tinha apenas 23 anos. Desde então, iniciou a modernização da empresa, assentada em dois pilares: gestão da qualidade e segurança (GQSA); e diversificação de produtos para atender às novas demanda do mercado de food service.

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Faleiro Neto, mudou os rumos da empresa com novo modelo de gestão.

Para o dirigente, esse foi  o “pulo do gato”. “Ou seja, ofertar mais opções aos clientes e garantir produtos de alto padrão de qualidade”.

Diversificação – Ele relata como isso aconteceu. Em geral, os salgados são vendidos predominantemente entre as 9 e 11 horas, praticamente cessando até as 15 horas e voltando até as 18 horas. Nesse meio tempo, devido ao movimento fraco, era o período em que as lanchonetes faziam a limpeza.

Detectando nessa situação uma oportunidade, a Faleiro Food Service prospectou  as lanchonetes, que vendiam seus salgados, apresentando a oportunidade de oferecer refeições prontas para atenderem seus clientes no horário de almoço (que ficava “ocioso” ). Elas já dispunham de todas as instalações e precisavam apenas aquecer o prato no  micro-ondas  e servi-lo. “De modo prático e sem investimentos,  incrementaram suas receitas e elevaram sua lucratividade”, relata  Faleiro Neto.

     Ele observa que atualmente cada 10 pontos de vendas de lanchonetes que objetivam terceirizar a fabricação de alimentos em Belo Horizonte, 8,3 possuem algum dos produtos Faleiro.

    Com a carteira de clientes aquecida e em linha de ascendente, a empresa incrementou seu negócio com a fabricação de produtos diversos para marcas próprias. Hoje, tem  em seu port-folio  empresas como Carrefour, Dia %, BR Mania, Spoletto, por exemplo.

    A Faleiro atua praticamente em todo o Brasil, fornecendo para grandes cadeias de supermercados, hotéis, restaurantes, bares, cantinas, lojas de conveniência,  motéis, lanchonetes e redes de franquia.

GQSA trouxe muitos benefícios para a empresa: maior controle dos processos, redução de custos e satisfação dos clientes

     Faleiro Neto destaca que a adoção de um sistema de gestão da segurança e qualidade na fabricação de seus produtos trouxe muitos benefícios. “Primeiro, faço questão de frisar e de repetir  que não há sustentabilidade numa empresa de alimentos se não estiver baseada na gestão da segurança dos alimentos. Segundo, é muito positivo, pois esse sistema permite maior controle dos processos, reduzindo drasticamente os riscos de não-conformidade nos produtos, o que evita problemas com os clientes e, consequentemente, com o consumidor final.

   embalagem salgados individuais Isso faz com que a direção  trabalhe de forma mais estratégica, em vez de ficar apagando  fogo, devido a problemas de qualidade de produtos. “A empresa faz a entrega e depois vem reclamação do cliente, devido a algum problema com o produto. Então, é preciso parar tudo e dar satisfação imediata e necessária ao cliente. Com isso, não se consegue sair do operacional e focar no estratégico”.

    Ele destaca que depois da implantação do sistema de gestão da qualidade e segurança dos alimentos,  os casos de não-conformidade estão abaixo de quatro casas decimais. Por exemplo, na linha de refeições e sobremesas, em 2016, não houve nenhum caso de não-conformidade. Nenhuma reclamação de cliente.

     Em seu entender, esse o grande diferencial que  faz com que os clientes priorizem trabalhar com os produtos Faleiro, pois não lhes trazem nenhum problema de não-conformidade, evitando  reclamações de seus consumidores. “Isso então nos tem possibilitado crescer com maior consistência e menor esforço. Os clientes nos dão a preferência, direcionando seus recursos para a compra de nossos produtos”.

     O dirigente destaca que todas as marcas próprias começaram com um único produto e hoje são bastante diversificados, entre 40-50 para alguns clientes, enquanto para outros já são  cerca de 90 produtos.

     “Então, posso afirmar com toda a certeza que administrar uma empresa que multiplicou por dez seu faturamento, em menos de cinco anos, tornou-se muito mais fácil do que anteriormente, em 2011”, diz ele, lembrando que antes era preciso apagar muito fogo.

Ponto de venda só tem a ganhar quando conta com fornecedor certificado em food safety

     Olhando pelo lado do ponto de venda,  quando se foca no quesito segurança e qualidade dos produtos, priorizam-se mais a manutenção, a limpeza e higiene dos equipamentos e  das instalações. Isso leva a conquistar uma clientela muito mais fiel:  que confia na qualidade dos produtos que consome e nas condições higiênicas do estabelecimento.

    “Ou seja, o estabelecimento reduz enormemente as  reclamações em relação  aos produtos que vende, seja por estar estragado ou fora do padrão. Numa palavra, nesse círculo virtuoso da qualidade e segurança do alimento, o food service só tem a ganhar – seja quanto sua imagem junto aos consumidores, seja em faturamento e  em lucratividade”, frisa Faleiro Neto.

       Em seu entender, o processo de qualidade e segurança dos alimentos não quantifica  não lhe dá um número todos os meses de quanto gerou de resultados para a empresa. “Porém, é o setor que mais traz possibilidades e perspectivas de médio e longo prazo. Ela traz a construção de uma marca, que respeita o consumidor e consequentemente o respeito do consumidor para com a marca. Numa palavra: a fidelização à marca”.

Excelência no atendimento faz parte da GQSA e impulsiona as vendas

    Atendimento aos clientes também faz parte de todo esse processo , enfatiza o empresário. Quando a empresa é certificada (APPCC, IFS, por exemplo), automaticamente todos os seus setores vão sendo preparados. “Para atender aos requisitos dessas normas, a empresa também precisar fazer o treinamento adequado de sua área comercial”.

    As equipes precisam estar bem preparadas não só para  vender mais, mas também para explicar o que a empresa oferece e quais os diferenciais de seus produtos. Só as pessoas bem engajadas e cientes do valor agregado ao produto que vendem podem ser bem sucedidas, assinala ele.

   “Nos últimos anos, mudamos muito nosso quadro de funcionários, de acordo com as exigências dos novos processos, com base na gestão da qualidade e segurança de produtos Faleiro. Hoje,  percebemos que nossas equipes estão muito mais engajadas e comprometidas. São profissionais que vestem a camisa da empresa com orgulho, pois são mais valorizadas”, assinala Faleiro Neto.

   Ele faz questão de destacar que, como dirigente, permanentemente busca novos conhecimentos para que a empresa possa oferecer ao mercado os melhores produtos. “Em todo esse processo, é a imagem de  marca Faleiro que está em jogo. Nosso primeiro desafio, a partir de 2011, era obter a certificação APPCC. Então, investimos na mudança do leiaute da fábrica, adequando-o aos requisitos da norma, em novos equipamentos e  em infra-estrutura, entre outras providências”, nota ele, assinalando que, alcançada  essa certificação, “partimos para obter a certificação IFS,  uma certificação máxima, que nos credencia colocar nossos produtos no mercado internacional

   A Faleiro Food Service busca permanentemente  assegurar uma forma de diferenciação face a seus concorrentes. “Aqui em Minas e, posso afirmar com  segurança que, na maior parte do Brasil, não há  empresa no segmento de salgados que tem a certificação da IFS. Nosso desafio é ser a primeira”.

  Projeto de exportação – Chegada a esse patamar de qualidade e diversificação de produtos, com a certificação IFS e participante do Global Markets APAS, a Faleiro Food Service ensaia os primeiros passos de seu projeto de exportação para colocar  seus produtos no mercado de alguns países, como os EUA, México e Chile. Por exemplo, os EUA exigem  certificação IFS para quem  comercializa seus produtos alimentícios lá. “Vamos aproveitar que o pão de queijo mineiro está caindo no gosto mundial, assim como a  coxinha, e vender esses produtos no  mercado norte-americano. Também está nos planos  levar  sobremesas e adequar alguns pratos prontos ao gosto deles, como novidade”.

Inovação constante é um ponto chave para atender às demandas dos consumidores

  Alimentos saudáveis – Um fator muito importante de sucesso é acompanhar as tendências de mercado, inclusive de determinados nichos. Por exemplo, é crescente o número de pessoas que estão buscando uma alimentação saudável, mais adequada aos tempos atuais.

   Sempre antenada às tendências do mercado consumidor, a Faleiro Food Service acabou de lançar, na linha de refeições, o escondidinho de batata-doce com frango, produtos com redução de sódio, com teor de sódio 32% menos,  comparativamente a um produto convencional. Outra novidade é o canelone de abobrinha, com 30% de redução de sódio, seguindo a regulamentação do Ministério da Saúde/Anvisa.

   Esses pratos vêm também com maior teor de fibras e alguns não contêm glúten (pratos que podem ser consumidos por cilíacos). Em 2015, foi a vez de novidades em  salgados integrais, as empanadas integrais, com recheios de queijo e cebola, de frango e o pão fofinho de tomate seco, com peito de peru e ricota.Outro lançamento de sucesso é o filé de frango ao molho de mostarda com arroz primavera e purê de batata baroa na linha dos pratos tradicionais. Foram necessários 10 meses de desenvolvimento para se chegar à receita final.

   Também está nos planos para logo novidades na linha de sobremesas: produtos com baixo teor calórico, inclusive com uma linha diet para diabéticos.

Para garantir o comprometimento com GQSA é preciso implantar a cultura da Segurança dos alimentos na empresa

   “A Faleiro tem em sua base o princípio de que focar na segurança e qualidade de seus produtos é o que a faz conquistar e se manter no mercado. Postura acertada, pois desde então a empresa vem crescendo expressivamente, graças a sua cultura de segurança e qualidade dos produtos”, destaca Giselle Akiyoshi, engenheira de produção, com especialização em segurança dos alimentos, atua há 15 anos  nessa área. Há quase dois anos, ela é Gerente de Qualidade da empresa.

Giselle: contar com um sistema de gestão da segurança de alimentos está na base do sucesso da empresa.

Hoje, o APPCC está implantado em toda a linha de produção e  a expectativa é obter em julho deste ano a  certificação IFS. Ela diz  que na Faleiro,  “a direção tem plena consciência de que isso tem de acontecer para assegurar a oferta ao mercado de produtos seguros e de alta qualidade”.

  Para Faleiro Neto, essa é uma questão que, antes de mais nada, depende do comprometimento da direção da empresa, enfatiza Faleiro Neto. Se a direção não estiver engajada e ‘puxar’ essa corda, não implanta. E para alcançar eficiência nos novos procedimentos e obter certificações food safety, é preciso mudar a cultura da empresa, reforça o empresário.

   Ele explica que tais mudanças devem ser direcionadas, envolvendo a direção, gerências, supervisão e operacionais, ou seja, todo o pessoal da empresa. “E isso deve partir da presidência e diretoria da empresação. Um gerente, um supervisor não tem autonomia para fazer isso. Se um diretor, por exemplo, não estiver engajado,  pode prejudicar  o trabalho do gerente, do supervisor, emperrando o processo”.

   Enfim, o impulso permanente para fazer girar a roda da gestão da qualidade e segurança dos alimentos tem de vir da direção da empresa, que precisa estar totalmente comprometida. Afinal,  tudo isso significa investimentos (em obras, instalações, equipamentos, treinamentos, consultorias, etc., obviamente, dependendo do porte da empresa).

    O empreendedor precisa enxergar nessas mudanças investimentos e não custos. Se enxergar como custo não terá sucesso. Se o empreendedor precisar alterar um processo e ver isso como custo jamais será certificado. Nunca será uma empresa com diferencial em qualidade, será apenas mais um no segmento. “Há empresários que não ousam investir nesse tipo de melhoria que vai alavancar seu negócio e ainda fica reclamando. Enquanto o Brasil está em crise, o PIB não cresceu, a Faleiro Food Service cresceu 51% em 2015 e em 2016, 43%. Nós fizemos nossa parte”.

   Giselle  resume essa questão:  contar com um sistema de gestão da qualidade e segurança do alimento está na base do sucesso da empresa, da credibilidade e mantém a marca sustentável no mercado. Assim como contribui para a redução de custos, de reclamações, de devolução de produtos, de problemas com os clientes e consumidores e evita recall. Além de ser um forte apoio para o merchandising da marca na conquista de novos clientes, dando mais visibilidade para as marcas próprias.

Com a GQSA a empresa vem se destacando no mercado e sua marca é sinônimo de confiabilidade e bons produtos

   Giselle assinala que a  certificação dá maior segurança aos clientes, “ainda mais que os processos de segurança e qualidade na fabricação de nossos produtos realmente funcionam”, frisa , destacando que empresa está muito adiantada em relação a todos os itens/requisitos da IFS. “Vale citar que na última auditoria, o Carrefour, que faz auditoria baseada no protocolo da IFS, mostrou que nosso resultado foi de 95%, em 2016, e no anterior, de 85%. Isso mostra que estamos numa evolução contínua de melhoria”.

   Padronização – Ela relata que a Faleiro tem   todos os controles de BPF, APPCC, muito bem implantados, fundamentados e monitorados para garantir o padrão de  qualidade dos produtos.  Isso tudo é essencial para  assegurar a padronização de cada categoria de produtos: com as mesmas características de sabor, textura, aroma, consistência etc.. “O cliente não pode receber hoje um produto com determinado padrão e na semana seguinte o mesmo produto fora do padrão da semana anterior. Isso é fundamental para nosso negócio: manter sempre o mesmo padrão de cada produto”

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Cuidados rigorosos em todas a fases da produção e armazenamento dos produtos.

  Para ter eficiência nesse processo de  padronização dos produtos, a empresa implantou o setor de pré-pesagem, que evita desperdícios, elimina o risco de contaminação cruzada pelas embalagens primárias e assegura maior controle do processo de produção.

  “Os ingredientes de cada receita saem porcionados para a produção. Isso evita qualquer alteração do operador e ainda mantém o segredo industrial e a rastreabilidade de todos os produtos”, assinala Giselle, acrescentando que a matéria prima é manipulada somente na pré-pesagem. A partir daí as embalagens externas não entram no setor produtivo. Tem-se um fluxo contínuo de produção, em que se tomam todos os cuidados para evitar a contaminação cruzada.

   Faleiro Neto observa que  rastreabilidade é abrir toda a árvore genealógica do produto, é saber quais ingredientes, de quais fabricantes e lotes de cada um foi utilizado naquele produto, qual colaborador recebeu aquelas matérias primas, quais foram os quantitativos de produto final, para onde foram comercializados aqueles produtos. “Tudo isso para  obtermos total controle de nossa produção. O que resulta em menor número de não conformidades, ou seja, maior satisfação dos nossos consumidores”.

Todos os fornecedores de matéria prima são homologados segundo o padrão de qualidade da Faleiro

   Giselle aponta ainda dois fatores fundamentais nesse processo: contar fornecedores de matéria prima excelentes e o controle total da fabricação. “Assim, conseguimos ter um produto final com o máximo padrão de segurança e qualidade”.

   A Faleiro Food Service só trabalha com fornecedores homologados, que cumprem todas as legislações em relação a análises, aos procedimentos de Boas Práticas de Produção e APPCC.

   A empresa dá  prioridade àqueles que têm certificação.   Além disso, o corpo técnico da área de segurança do alimento realiza periodicamente auditoria dos cerca de 40 fornecedores homologados. Ela destaca que 100% da matéria prima tem rastreabilidade, são exigidos laudos de análises e no laboratório da empresa são feitas  análises de contraprova da matéria prima.

  “Acompanhamos o padrão da ficha técnica. As matérias primas têm de estar 100% dentro do padrão estabelecido inicialmente para quem é homologado”, explica, observando que a fábrica conta com a  rastreabilidade em todo seu processo, desde a entrada da matéria prima até a saída para o consumidor final.

  caixas canelone A Para esse controle, a empresa utiliza o sistema GS1 128, base brasileira para controle de rastreabilidade com código de barras, que coleta todas essas informações. Tudo conforme a legislação do Ministério da Saúde / Anvisa, nota Giselle.

  Resultado desse trabalho: nunca houve recall em relação a nenhum produto; quanto ao número  reclamações de clientes e devolução de produtos, em 2016, foi zero, tanto para a linha de refeições quanto para a de sobremesas. “Numa palavra, fazendo certo dá certo”, comemora Gisele.

   Análises – A empresa conta com um laboratório onde são feitas análises de monitoramento dos produtos. Até então, nunca foi registrado  nenhum problema microbiológico em seus produtos. Também realiza análises das matérias primas que chegam dos fornecedores.

   “Apesar de 100% de nossos fornecedores serem homologados, no recebimento das matérias primas, fazemos monitoramento de todos os lotes que chegam. Verificamos todos os padrões determinados para cada tipo de matéria prima, se estão em conformidade com a especificidade exigida por nossos padrões”.

A Cultura da Segurança e Qualidade é um trabalho que exige paciência e que deve ser feito diariamente. Inclusive junto aos fornecedores e clientes

   Segundo Giselle, essa é uma questão fundamental para todos os que trabalham na cadeia produtiva de alimentos, seja produzindo alimentos, manipulando, distribuindo, seja comercializando. Enfim, do campo à mesa do consumidor.  “Porém, essa conscientização sobre a importância  de enraizar uma mudança cultural em todos os elos dessa cadeia leva certo tempo e deve ser reciclada todos os dias”, diz ela, com base em sua experiência de mais de 15 anos trabalhando com alimentos.

    Na Faleiro Food Service, ela relata que esse é um trabalho essencial, que vem sendo desenvolvido nos últimos anos. “É um trabalho que é feito diariamente, exige muita paciência e persistência. Não basta fazer um treinamento anual ou periodicamente e pronto. A melhoria que vemos em um ano é muito significativa, a partir do momento que funcionário compreende o porquê de todos os cuidados e procedimentos, que não podem ser negligenciados por um instante”, ressalta.

    Para tanto, nota ela, os funcionários  precisam entender que todos, indistintamente, são importantes dentro da empresa – desde o pessoal da limpeza, cujo trabalho é essencial numa empresa de alimentos, até a direção. “Na Faleiro, já está bem consolidada uma cultura da qualidade e segurança dos alimentos. Cada funcionário se sente valorizado, está consciente de que seu trabalho é parte fundamental da qualidade de nossos produtos e nos resultados da empresa. E que se mostra nos resultados que a empresa tem hoje”.

   Estímulos ao aprimoramento profissional e técnico, como facilitação para  cursos e treinamentos são uma constante na empresa. “Trabalhamos muito isso, com a oferta frequente de cursos de aperfeiçoamento profissional não só na fábrica, como também a participação em auditorias”, nota ela, dizendo que essa preocupação estende-se também aos fornecedores e clientes da empresa.

   Outro ponto importante em relação aos clientes e fornecedores além das auditorias, é que são parceiros de negócio da Faleiro Food Service. “Nossos clientes que recebem treinamento e orientações de boas práticas  sobre nossos produtos. Em 2016, foram realizados treinamentos técnicos com todos os clientes, pois em última instância a empresa também é responsável pelo seu produto que chega ao consumidor final. “Com essas parceiras que unem as duas pontas do negócio, a Faleiros garante que seus produtos chegam aos consumidores com o máximo padrão ”, arremata Gisele.

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Mais informações: (31) 3291-7887 // www.faleiro.com.br

Sobre o Autor

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A Revista ALIMENTARE – Com o foco na Gestão da Qualidade e Segurança dos Alimentos e Bebidas (GQSAB) - é direcionada para profissionais, especialistas, pesquisadores e dirigentes da Cadeia Produtiva de Alimentos e Bebidas: Indústria de Alimentos & Bebidas, Food Service e Varejo de Alimentos. Tem como missão levar aos leitores as informações mais atualizadas e confiáveis, que possam contribuir para o melhor desempenho e competitividade dessas atividades.

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