Benefícios da biomassa da banana verde para a saúde

Benefícios da biomassa da banana verde para a saúde

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Propriedades funcionais da banana verde

 

 por Dra. Gabriela Andrello Paschoal*

 

A banana é uma das frutas mais consumidas em todo o mundo, sendo a sua produção concentrada na maioria dos países tropicais1. A cultura da banana é a quarta cultura de alimento mais considerável mundialmente, estando apenas atrás do arroz, milho e leite2.

            O cultivo dessa fruta se estende de norte a sul do Brasil, tendo grande expressão econômica e elevado alcance social. Por ser uma cultura versátil, seu cultivo torna-se possível em diferentes ambientes, sendo produzida durante todo o ano, além de manter o solo fértil, tornando-se interessante para os pequenos produtores, que utilizam a banana como um recurso adicional3. A produção de banana, em nosso país, está estimada em seis milhões de toneladas anuais, tendo esta fruta papel fundamental como alimento e cultura fixadora de mão-de-obra no meio rural4.

            No Brasil existe uma grande diversidade de bananas, porém quando levamos em conta aspectos como a preferência dos consumidores, produtividade, tolerância a pragas e doenças e resistência à seca e ao frio, as variedades com potencial agronômico para cultivo comercial tornam-se limitadas. As variedades mais difundidas no Brasil são as do grupo Prata (Prata, Pacovan e Prata-Anã), do grupo Nanica (Nanica, Nanicão e Grande Naine) e Maçã4.

            Em estudos vemos que a banana é fonte de minerais, sendo um importante componente da alimentação do mundo todo. O saber que essa fruta tem é um dos mais importantes atributos de qualidade. A polpa verde PE caracterizada por uma forte adstringência devido à presença de alguns compostos fenólicos solúveis, principalmente os taninos. Conforme ela amadurece, ocorre polimerização desses compostos, e por conseqüência, diminui essa adstringência, aumentando o sabor doce e reduzindo a acidez1. A composição das bananas muda drasticamente durante o processo de amadurecimento. O amido desta fruta sofre importantes modificações durante essa fase. O teor de amido cai, em média, de 70-80% no pré-climatério (antes da hidrólise do amido) para 1% no período final do climatério, enquanto os açúcares, principalmente a sacarose, acumulam-se em cerca de 10% do peso do fruto5.

 

Tabela 1: Parâmetros comparativos entre Banana verde e madura da variedade Taiwan.

Parâmetros Resultados (%) banana verde Resultados (%) banana madura
Proteínas 5,3 5,52
Lipídeos 0,78 0,68
Fibra Bruta 0,49 0,3
Cinzas 3,27 4,09
Amido 62,0 2,58
Sacarose 1,23 53,2
Açúcares Redutores 0,24 33,6

Fonte: LII et al6.

 

            Mesmo sendo um dos maiores produtores mundiais de banana, o Brasil é também um dos maiores desperdiçadores deste fruto. Essa perda ocorre, principalmente, devido a técnicas inadequadas de colheita e pós-colheita e os sistemas de transporte e armazenamento, fato estes que comprometem a qualidade do produto. Por mais que a banana seja um alimento facilmente encontrado em diversas regiões do planeta, ela não possui muitas alternativas de industrialização, o que vem colaborar, também, com essas perdas. Uma alternativa comercial para diminuir esse desperdício é a utilização da banana verde7.

            A banana verde quanto cozida perde tanino de sua composição, responsáveis pela adstringência desse fruto e a polpa obtida permite a elaboração de vários alimentos como pães, massas, patês e maionese, ressaltando a importância da polpa de banana verde como matéria-prima. A utilização dela em alimentos é bastante interessante, pois não altera o sabor, aumenta a quantidade de fibras dietéticas, proteínas e nutrientes, além de aumentar o rendimento dos produtos5.

            Um estudo realizado por Cardenette3, no qual foram analisadas a quantidade de amido resistente, amido disponível e amido total, mediante diferentes formas de cocção da banana verde para obtenção da biomassa mostrou que cozinhar a banana na pressão, com casca, em água e com refrigeração posterior, ajuda a preservar a quantidade de amido resistente deste alimento, fato este atribuído principalmente pela permanência da casca no momento da cocção.

            Já a farinha de banana verde, produto este obtido a partir da biomassa do fruto, mostrou-se fonte alimentar de alguns minerais importantes para a manutenção de uma boa saúde, como cálcio, ferro, magnésio, zinco e fósforo e também contem traços de cobre, manganês e sódio8. Segundo Zandonadi9, ela também contém vitamina C e quantidades razoáveis de vitamina A, B1 e B2.

Aspectos funcionais do amido resistente

            O amido resistente tem sido definido, fisiologicamente, como a soma do amido e dos produtos da sua degradação, os quais não são digeridos e nem absorvidos no intestino delgado de indivíduos sadios. Por este motivo, ele apresenta comportamento similar ao da fibra alimentar, sendo relacionado a efeitos benéficos locais (principalmente no intestino grosso) e sistêmicos, através de alguns mecanismos10. Veja na tabela 2 as quantidades de amido resistente em diferentes apresentações da banana verde.

 

Tabela 2: Quantificação de amido resistente em banana verde crua e massa de banana verde.

Alimento % de amido resistente em base seca
Banana verde crua 53,5%
Massa de banana verde cozida com pressão, com casaca, em água e sob refrigeração 10,5%

Fonte: Cardenette3

 

Ação prebiótica e probiótica do amido resistente

 

          O principal benefício atribuído ao amido resistente consiste em seu papel fisiológico, o qual fica disponível como substrato para fermentação pelas bactérias anaeróbias do cólon11, (bacteróides, eubactérias, bifidosbactérias e Clostridium) que constituem 99% da flora intestinal humana, razão pela qual é considerado agente prebiótico, sendo este definido, como todo ingrediente alimentar, o qual não é possível de se digerir, que afeta de maneira benéfica o organismo por estimular seletivamente o crescimento e ou atividade de um ou um número limitado de bactérias do cólon, modificando a composição da microbiota colônica de tal forma que as bactérias com potencial de promoção de saúde tornam-se predominantes12.

              Como produto dessa fermentação, obtemos os ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), acético, propiônico e butírico além de gases como hidrogênio, dióxido de carbono e metano, sendo cerca de 20% excretados através da respiração13. Outra atribuição da banana verde é o seu efeito probiótico, tendo em vista que alguns estudos realizados em animais foram capazes de comprovar um aumento no número de lactobacilos, que são bactérias probióticas presentes no intestino, mesmo na ausência de probióticos14.

            Outro ponto bastante favorável com relação à fermentação que o amido resistente sofre é discutido em um estudo feito por Schulz, Amelsvoort, Beynen15, em ratos, o qual mostrou que a fermentação ácida no ceco aumenta a absorção de cálcio e magnésio no intestino, fato esse que auxilia na prevenção e tratamento de doenças como osteopenia e osteoporose. Após dois anos da realização desse estudo, outro grupo de pesquisadores franceses realizaram um novo estudo a respeito do assunto e comprovaram os resultados previamente demonstrados16.

          Tendo em vista que a banana verde apresentou tanto propriedades probióticas como prebióticas, podemos considerá-la como um simbiótico, o qual se trata da combinação de culturas probióticas com ingredientes prebióticos, possibilitando a sobrevivência da bactéria probiótica nos alimentos e nas condições do meio gástrico, possibilitando sua ação no intestino grosso, sendo que os efeitos destes ingredientes podem ser adicionados ou sinérgicos12.

Amido resistente e câncer colorretal

            Os AGCC, produzidos a partir da fermentação do amido resistente, quando absorvidos, colaboram para o pool de energia disponível do indivíduo, podendo protegê-lo de mudanças patológicas na mucosa do cólon. Outro ponto importante é que uma concentração mais elevada desses ácidos graxos auxilia na manutenção de um pH adequado nesse local, fator esse bastante importante para a expressão de muitas enzimas bacterianas sobre compostos estranhos e sobre o metabolismo de carcinógenos da própria dieta no intestino17. Além dessa manutenção do pH, acorre também aumento do bolo fecal, contribuindo assim na diluição de compostos tóxicos que podem levar ao surgimento de câncer18.

          Estudos mostram que a suplementação de amido resistente nas dietas aumentou a concentração de butirato. Sabendo que o butirato é uma fonte de energia importante para as células epiteliais do cólon, essa produção aumentada pode prevenir alguns tipos de doenças colônicas, como, por exemplo, a colite ulcerativa, doença esta provocada por deficiência de energia. Ainda, é atribuída ao butirato a supressão do desenvolvimento de células cancerígenas e ao aumento na proliferação de células da mucosa intestinal, fato este que contribui para a diminuição do risco de câncer de cólon19.

Constipação, diarréia e doenças colônicas

          Observa-se que em algumas comunidades o uso da farinha de banana verde tem sido bastante freqüente em tratamentos populares de diversas desordens intestinais, como a diarréia, dispepsias e úlceras pépticas20. O possível mecanismo pelo qual o AR presente na banana verde atuaria nestas desordens seria por promover uma ação benéfica na microbiota colônica, através de uma ação prebiótica14.

          Um estudo realizado em uma comunidade rural de Bangladesh com 2968 crianças entre 6 e 36 meses, foram divididas em dois grupos sendo que em um deles introduziu-se a farinha de banana verde associada ao tratamento convencional, durante 14 dias. O resultado obtido nesse estudo mostrou que a suplementação com banana verde acelerou a recuperação do quadro de diarréia aguda em que as crianças se encontravam21.

          A ingestão de amido resistente faz com que ocorra um aumento no bolo fecal formado no intestino, fato este importante para prevenir constipação, diverticulite e hemorróidas. A porção de amido resistente que acaba “escapando” do processo de digestão constitui em uma grande fonte de carboidratos fermentáveis, os quais servem de nutriente para a microflora do cólon18.

Índice glicêmico (IG) e resposta insulinêmica

           O IG é uma medida do impacto relativo do carboidrato presente nos alimentos na concentração de glicose plasmática, portanto, devemos considerar que um alimento tem alto IG quando este provoca maior aumento na resposta glicêmica, enquanto aqueles que estão associados a uma menor resposta glicêmica têm menor IG22.

            As propriedades físico-quimicas que o amido resistente apresenta levam pesquisadores a acreditarem na hipótese de que a ingestão deste poderia diminuir a glicose pós prandial e a resposta insulinêmica de uma refeição 23,24. Devemos considerar também que o consumo de amido resistente na dieta possivelmente evita o desenvolvimento, ou ainda, trás melhora no quadro de resistência periférica à ação da insulina, devido à hiperglicemia pós prandial e a hiperinsulinemia freqüente. Esse quadro de resistência leva o indivíduo a ter uma menor captação de glicose no músculo e maior em tecido adiposo, além de aumentar a quantidade de ácidos graxos livres no plasma. Hoje em dia especialistas reconhecem que a hiperinsulinemia é um fator chavo no desenvolvimento de doenças crônicas, como diabetes tipo II, obesidade e doenças cardiovasculares, incluindo dislipidemias e hipertensão24.

 Amido resistente no tratamento de dislipidemia

            Dentre os AGCC produzidos a partir da fermentação do amido resistente pelas bactérias probióticas do intestino, temos o propianato, que por não ser muito utilizado pelas células intestinais como o butirato, é absorvido e transportado via veia porta. Ao chegar no fígado, grande parte é utilizada lá mesmo como substrato para gliconeogênese, ou seja, formação de energia, além de inibir a síntese de colesterol endógeno, auxiliando assim na diminuição dos níveis de colesterol25.

        Um estudo duplo-cego avaliou o efeito do amido resistente na dieta (dose de 24g/dia) de indivíduos saudáveis com sobrepeso por 21 dias. Não foram observadas alterações significativas no peso desses indivíduos; porém, constatou-se significativa redução no colesterol sérico, no LDL-colesterol e na glicose plasmática, além de ter sido considerada pelos pacientes estudados, palatável e com mínimo de desconforto gástrico26.

Amido resistente na regulação da saciedade

         O amido resistente possui uma propriedade bastante parecida com a fibra solúvel, a qual consiste em aumentar a saciedade do indivíduo por diversos motivos. Um deles é prolongar as concentrações plasmáticas de um hormônio chamado colecistocinina, sendo este responsável por aumentar o tempo de trânsito do alimento no trato digestório, o que faz com que a pessoa se sinta saciada por mais tempo, além de diminuir a absorção de gorduras27.

            Além deste efeito, alguns estudos em ratos demonstram evidencias de que a utilização diária de amido resistente na alimentação teria efeito na expressão de algumas enzimas lipogênicas e na forma do tecido adiposo. Porém, os estudos em humanos ainda são inconclusivos. O mecanismo de ação possível para que ocorra essa expressão, seria que os AGCC, ao chegarem no fígado, inibem a glicólise e glicogenólise, além de aumentar a oxidação de ácidos graxos, o que favorece a mobilização da gordura presente nos adipócitos24.

Conclusão

A partir de todos os estudos e mecanismos de ação descritos no decorrer deste capítulo, podemos perceber que a banana verde, além de ser um alimento fonte de minerais importantes para garantir um bom funcionamento do organismo, também exerce funções que auxiliam na prevenção e tratamento de diversas doenças grande parte da população nos tempos de hoje, como por exemplo, doenças crônicas (diabetes tipo 2, obesidade, doenças cardiovasculares), cânceres e quadros de diarréia, justamente pelo fato deste alimento exercer função simbiótica no intestino, repovoando-o com bactérias probióticas e dando substrato para que essas possam se proliferar que atingem. A banana verde também é uma alternativa econômica bastante interessante, tendo em vista que grande parte da produção de banana em nosso país acaba se perdendo pela fragilidade desta fruta.

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*A Dra. Gabriela Andrello Paschoal é Nutricionista, graduada pelo Centro Universitário São Camilo. Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Centro Valéria Paschoal/ Divisão de Pesquisa e Ensino. Coordenadora Científica da Revista Brasileira de Nutrição Funcional. Nutricionista do Departamento Científico da VP Consultoria Nutricional e Personal Diet. www.vponline.com.br

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